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quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Texto escrito de uma vez só

Quando é que eu me tornei tão mau, tão mesquinho?
Vêm cá, tu que me ouves, que sabes quem realmente sou, que não vais embora quando te trato tão infinitivamente mal. Explica-me por favor, dá-me um caminho, um próposito, algo que me torne útil a este mundo. Explica-me por favor, quem sou eu...

23:02 22-01-2015
A minha inteligência corre, velozmente. E como que defendido por esta perspicácia de mim para mim mesmo, de alguma maneira, mexo também com o meu orgulho. Não posso dizer se neste momento gosto de mim ou não, mas sei que sou absolutamente capaz de me livrar de todas as opressões que me impedem de ESCOLHER. Se digo “sim” se digo que “não”, sei que eles me vão adorar…porque sou/estou livre. E se me odiarem – porque não existe meio-termo - saberão na mesma no final que eu tenho razão naquilo que disse, embora a perspectiva seja tão desgraçada e tão podre e tão frontal e chocante, que irá ser negada num primeiro período.
 "Aquele é assim....consigo perceber, pelos gestos, pelo tom de voz....e sei absolutamente o que lhe hei-de dizer e  como lhe dizer, e sei o que o atrai e repulsa e porque é que toma sempre aquela atitude defensiva quando falamos naquele assunto”.
 Sei o que dizer e sei/consigo fazer. De alguma maneira sei que vou conseguir - falo da autoconfiança agora - tenho-a? Bem, nestes momentos em que pareço não falhar, em que a minha sensibilidade é esmagada como um insecto que liberta fedor....mas espera; se noto em todos os pormenores como quase sempre, e também consigo encadear deduções lógicas que retiro destes pormenores que as pessoas deixam cair em cima de mim, não continuo sensível na mesma? Então, será que não me magoa simplesmente porque tenho a inteligência afiada como uma lança, pronta para me defender, perfurar e sobreviver? E através de uma série de ocasiões no dia, de encontros e desencontros, em que a usei em momentos de aperto ou não - essa mesma perspicácia - quer dizer que fui acumulando uma autoconfiança inexistente ou será que ela estava escondida? Dentro de algum cofre dentro de mim, e só me vêm quando estou..."inteligente"...porque nesta altura tenho noção, e vejo sem miopia, que realmente tenho condições/qualidades para ser feliz.
 Mas como é que ela surge? Começa como eu disse através de uma "vitória": um momento em que chego mais rapidamente a um resultado matemático que um professor ou um aluno? É do treino, que os meus argumentos ficam musculados? (Estudo intensivo)
Não interessa, vêm __, quero-te aqui, anda. Anda já! Eu quero-te aqui! Eu quero que tu me queiras! Eu preciso que tu me queiras! Anda cá já, mulher! E ajoelha-te, hoje vou fazer de ti aquilo que sempre quiseste fazer e sempre tiveste medo e pudor de pedir, como uma puta.   

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